Estados já podem usar vacinas entregues para a segunda dose, recomenda Ministério da Saúde.

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A escalada de mortes e infecções pelo novo coronavírus no Brasil forçou o Ministério da Saúde a modificar a orientação para a aplicação das vacinas contra a covid-19 por parte de estados e municípios.

A ideia é que mais pessoas possam ser imunizadas. Agora, a pasta orienta que os entes federativos utilizem imediatamente todas as doses já distribuídas pelo governo federal, inclusive aquelas armazenadas para atender à segunda etapa do esquema vacinal contra a enfermidade.

No sábado, ao anunciar que entregaria aos governos estaduais mais 5 milhões de doses da CoronaVac e da Covishield o ministério pediu que todo esse lote fosse aplicado como primeira dose e que as secretarias de Saúde não fizessem reserva de segunda dose.

Ontem, foi a vez de a pasta recomendar que vacinas distribuídas em fases anteriores e que, porventura, estejam destinadas para a segunda dose, sejam logo aplicadas.

De acordo com a pasta, a estratégia não vai comprometer a imunização completa dos pacientes que receberem a primeira dose das vacinas. No caso da CoronaVac, o intervalo recomendado de aplicação entre as duas doses é de 14 a 28 dias. Já para a Covishield/Astrazeneca, o espaço de tempo da primeira para a segunda dose é de três meses.

O ministério acredita que haverá segunda dose para todos porque tanto o Butantan quanto a Fiocruz sinalizaram que devem acelerar a produção dos imunizantes em solo nacional por conta da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima usada na fabricação das doses. Fonte: Correio Braziliense. Fotos: Psantos/PCI. Edição: APM Notícias.

 

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