Auxílio Emergencial apenas para quem recebe Bolsa Família.

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Sob pressão do Congresso, a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, discute a
prorrogação do auxílio emergencial com lideranças do Senado e da Câmara, mas
trabalha para conter a proposta dos parlamentares de manter os R$ 300 pagos nas
últimas parcelas. Um valor de R$ 200 é considerado "mais viável" pela equipe
econômica, que cobra contrapartidas de medidas de ajuste fiscal.

Para restringir o público que vai receber novamente o benefício em 2021, uma das
propostas é que sejam contemplados os beneficiários do Bolsa Família e os que estão na
fila aguardando para serem incluídos no programa assistencial.

O ministro defende a concessão do auxílio com o acionamento do estado de calamidade
pública. Isso permitiria que as despesas com a nova rodada do benefício ficassem fora
do teto de gastos, regra que limita que as despesas cresçam acima da inflação.

A antecipação para fevereiro dos pagamentos do abono salarial previstos para março foi
a primeira medida do "protocolo da crise" que vai ser adotado pelo Ministério da
Economia para enfrentar o agravamento da pandemia, segundo fontes da equipe
econômica ouvidas pelo Estadão.

A medida foi publicada ontem no Diário Oficial da União. A lista ainda vai incluir a
antecipação do 13.º para aposentados e pensionistas do INSS, como antecipou o
Estadão, e a definição de uma nova rodada do auxílio.

Durante as primeiras etapas do pagamento do auxílio emergencial, quem recebe o Bolsa
Família teve o benefício, em média de R$ 190, suspenso e passou a receber as parcelas
do auxílio (primeiro, R$ 600, e depois, R$ 300).

Fonte: G1. Fotos: O imparcial/Exame. Edição: APM Notícias.

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